Vantagens de ser Sócio

Os associados do GPBE beneficiam de uma redução no valor da inscrição nas ações organizadas pelo GPBE, ou nas quais o Grupo presta patrocínio (os sócios coletivos podem inscrever 3 participantes ao valor reduzido).

A qualidade de sócio permite também o acesso à área reservada deste portal onde é disponibilizada diversa informação científica e técnica, nomeadamente dos Encontros Betão Estrutural e, em especial, os boletins da fib - International Federation for Structural Concrete, da qual o GPBE é membro nacional.

Se ainda não é sócio e deseja associar-se ao Grupo registe-se aqui.

Quota de sócio individual: € 25

Quota de sócio coletivo: € 250

Informação Geral

GPBE

O ano de 1998 constitui uma data de referência para as associações técnico-científicas da área do Betão Estrutural. Na sequência da formação da fib, International Federation for Structural Concrete, resultante da fusão da FIP, Fédération Internationale de la Précontrainte, e do CEB, Comité Euro-Internationale du Béton, constituiu-se o GPBE, Grupo Português de Betão Estrutural, membro nacional da fib. Esta nova associação dava, assim, continuidade às atividades anteriormente desenvolvidas pelo GPPE, Grupo Português de Pré-Esforçado, representante nacional na FIP, e pela Delegação Portuguesa ao CEB, então coordenada e representada pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil, com o objetivo mais geral de promover e divulgar o Betão Estrutural em Portugal, assumindo as funções referentes à representação nacional na fib.

O nome do Engº Júlio Ferry Borges está indissociavelmente ligado à origem das duas associações nacionais. Foi membro fundador do GPPE, em 1966, tendo sido o seu primeiro Presidente e, também, Vice-Presidente da FIP. Foi igualmente Presidente da Delegação Portuguesa do CEB, associação internacional a que viria a ter a distinção de presidir entre 1979 e 1983. A propósito da natureza e âmbito do GPPE, salientava o Engº Ferry Borges, no preâmbulo ao relatório de atividades referente aos vinte anos de atividade do Grupo, publicado em 1986:

“Não referem os estatutos que, para além da atividade técnica, o Grupo contribuiria de forma importante para proporcionar relações de muita amizade e estima entre os seus membros. Assim foi.

A amizade constitui uma das linhas mestras da vida social, e, para além disso, cada vez se vai compreendendo melhor que a qualidade da ação técnica também depende do modo como se relacionam os participantes no ato de construir.”

O Grupo promoveu, desde a sua constituição, numerosas ações de divulgação, sessões técnicas e conferências.

Em maio de 1968 lançou o primeiro número doBoletim GPPE, que procurava contribuir para alterar a situação de carência nacional de publicações técnicas, em particular, de publicações específicas dos domínios da Engenharia Civil. Deixou de ser editado, quando, em janeiro de 1978, saiu o número 1 da "Revista Portuguesa de Engenharia de Estruturas", patrocinado pelo GPPE, em conjunto com o Grupo Português de Engenharia de Estruturas e a Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica. Esta publicação permitiu alargar o âmbito do Boletim e “cobrir a maior parte dos interesses técnicos dos estruturalistas”.

Em 1986 deu início à organização dos Encontros Nacionais de Estruturas Pré‑Esforçadas, com periodicidade bienal, que a partir de 1994 passaram a designar-se por Encontros de Betão Estrutural. Estes eventos constituem iniciativas de referência no quadro das reuniões técnicas nacionais, tendo vindo progressivamente a afirmar-se como fóruns privilegiados de encontro das comunidades técnica e científica ligadas ao Betão Estrutural.

Durante o mesmo período o GPBE procurou desenvolver, com sucesso, ações de promoção da Engenharia Civil e da comunidade científica nacionais. Em 1994 promoveu a edição da publicação Estruturas Pré-Esforçadas em Portugal, com o objetivo de divulgar, a nível internacional, as obras mais relevantes projetadas e realizadas nos anos anteriores em Portugal, que viria a ser apresentada no congresso da FIP, em Washington DC, USA. Esta iniciativa teve continuidade com as publicações “Estruturas de Betão em Portugal”, divulgadas e apresentadas nos subsequentes congressos da FIP em Amsterdam (1998) e da fib em Osaka (2002), Naples (2006), Washington DC (2010) e Mumbai (2014).

Em conclusão, refere-se ainda a atividade do GPBE na promoção da representação nacional e no acompanhamento dos desenvolvimentos verificados na área do Betão Estrutural, em particular apoiando a participação ativa de técnicos e investigadores nacionais em comissões técnicas, grupos de trabalho e órgãos diretivos da fib.

Em 2016, o GPBE comemorou os seus 50 anos de atividade. Veja aqui a história dos 50 anos do GPBE, apresentada durante o Encontro Betão Estrutural 2016.

Medalha BE2016

Lisboa, dezembro de 2016

Estatutos

CAPÍTULO I

CONSTITUIÇÃO E FINALIDADE

 

Artigo 1°

A Associação adopta a denominação de GPBE - Grupo Português de Betão Estrutural e tem a sua sede em Lisboa, na Avenida do Brasil, número cento e um.

O GPBE dá continuidade à actividade anteriormente desenvolvida pelo GPPE, Grupo Português de Pré – esforçado, e pela Delegação Portuguesa do Comité Euro - International du Béton.

Artigo 2°

O GPBE - Grupo Português de Betão Estrutural é uma associação de carácter cultural e científico de pessoas individuais e colectivas, com os seguintes objectivos:

a) Promover a cooperação científica e técnica nos domínios do betão armado e do betão pré-esforçado e suas aplicações.

b) Assegurar a representação Portuguesa na Fédération Internationale du Béton (fib). Esta associação (fib) resulta da fusão da FIP – Fédération Internationale de La Précontrainte e do CEB - Comité Euro-International du Béton, representadas em Portugal respectivamente pelo GPPE - Grupo Português de Pré-esforçado e pela Delegação Portuguesa do CEB, esta coordenada e apoiada pelo LNEC.

Artigo 3°

Para atingir os seus objectivos o GPBE deverá:

a) Promover a divulgação de informação e intercâmbio científico e técnico entre os seus membros;

b) Organizar reuniões, colóquios, encontros, conferências e visitas técnicas, ou tomar outras iniciativas de índole análoga.

Artigo 4°

O Grupo poderá criar delegações ou nomear representantes em qualquer parte do País e, bem assim, estabelecer relações com Grupos e Associações congéneres estrangeiros, bem como colaborar com organismos nacionais, de natureza oficial ou particular.

CAPÍTULO II

SÓCIOS

 

Artigo 5°

Podem ser sócios do GPBE indivíduos ou entidades colectivas, interessados nos problemas do betão estrutural, cuja admissão seja aceite pela Direcção do Grupo, mediante proposta de um sócio efectivo no exercício dos seus direitos.

§ ÚNICO - Todos os sócios do GPPE mantêm a sua categoria de sócio do GPBE.

Artigo 6°

Haverá duas categorias de sócios: efectivos e honorários.

§ 1º São sócios efectivos os indivíduos ou entidades colectivas aceites como membros do GPBE.

§ 2° Poderão ser nomeados sócios hono-rários as pessoas merecedoras de distinção especial pelos serviços prestados à técnica do betão estrutural ou que contribuam de forma relevante para os fins do Grupo.


Artigo

A admissão de sócios efectivos depende da aprovação da Direcção.

Artigo 8°

O titulo de sócio honorário será conferido pela Assembleia Geral sob proposta da Direcção ou de pelo menos vinte sócios.


Artigo 9°

Os direitos e deveres dos sócios efectivos são os seguintes:

1° Participar nos congressos, reuniões de estudo, conferências e demais manifes-tações técnicas do GPBE ou da fib;

2°  Eleger e ser eleito  para os cargos do Grupo;

3°  Propor, discutir e votar em Assembleia Geral;

4° Pagar as quotas a convencionar em Assembleia Geral.


Artigo 10°

Perde a qualidade de sócios aquele que:

a)  Requeira a sua demissão;

b)  Deixe de pagar as suas quotas;

c) Prejudique moral ou materialmente o GPBE ou a fib.

§ 1° Das exclusões decididas pela Direcção com o fundamento das alíneas b) e c), cabe recurso para a Assembleia Geral.

§ 2° A demissão de qualquer membro efec-tivo não dá ao mesmo quaisquer direitos sobre o património social.


CAPÍTULO III

ORGÃOS DIRECTIVOS

Artigo 11º

O GPBE exerce a sua acção por intermédio dos orgãos seguintes:

a)  Assembleia Geral

b)  Direcção

c)  Conselho Fiscal

  

CAPÍTULO IV

ASSEMBLEIA GERAL

 

Artigo 12°

A Assembleia Geral é constituída pelos sócios efectivos e as decisões são tomadas por maioria.

§ 1° - As entidades colectivas são represen-tadas por qualquer dos seus directores, gerentes ou administradores, ou por um dos seus técnicos, devidamente credenciados.

§ 2° - Os sócios podem fazer-se representar na Assembleia Geral por outro sócio, mediante simples carta dirigida ao Presidente.

Artigo 13°

Os trabalhos da Assembleia Geral serão dirigidos por um Presidente e um Secretário eleitos pela Assembleia Geral, com um mandato de três anos.

§ ÚNICO - Na falta do Presidente, presidirá à abertura dos trabalhos o Secretário que proporá à Assembleia um sócio para dirigir os trabalhos desta.

Artigo 14°

Compete especialmente ao Presidente:

1° Convocar a Assembleia e dirigir os respectivos trabalhos;

2° Dar posse aos Corpos Gerentes.

Artigo 15°

Compete à Assembleia Geral:

1° Deliberar sobre todas as propostas e assuntos que forem submetidos à sua apreciação, de harmonia com os Estatutos e Regulamentos;

2° Eleger os Corpos Gerentes e mais cargos de eleição e substitui-los, quando haja motivo legal ou estatutário para tal,

3° Discutir e votar anualmente os relatórios e contas de Gerência, os pareceres do Conselho fiscal e os orçamentos pro-postos pela Direcção;

4° Fixar as importâncias das quotas;

5° Decidir acerca das propostas de nomea-ção de sócios honorários;

6° Fiscalizar a observância dos Estatutos e proceder à sua reforma ou alteração;

7° Recomendar planos de trabalhos no do-mínio de estudos científicos e técnicos do betão estrutural;

8° Resolver sobre os casos omissos.


Artigo 16°

A Assembleia Geral reúne anualmente em sessão ordinária, no primeiro trimestre de cada ano.

Artigo 17°

Extraordinariamente a Assembleia Geral reúne:

1° por deliberação do Presidente;

2° a pedido de qualquer membro da Direc-ção ou do Conselho Fiscal;

3° por requerimento fundamentado, dirigido ao Presidente, e assinado por vinte sócios, os quais deverão assistir na sua maioria à reunião.

Artigo 18°

As convocações para as reuniões da Assembleia Geral serão dirigidas por escrito a todos os sócios, com um mínimo de quinze dias de antecedência e indicação da ordem de trabalhos.

Artigo 19°

A Assembleia Geral funciona em primeira convocação com a maioria dos sócios existentes e em segunda convocação, meia hora depois da marcada para a primeira, com qualquer número de sócios presentes.


CAPÍTULO V

DIRECÇÃO

Artigo 20°

A Direcção, que na medida do possível deverá  ser  representativa  dos  sectores   de actividades interessados, compõe-se de sete membros a saber:

Um Presidente

Dois Vice-Presidentes

Um Secretário

Dois Vogais

Um Tesoureiro.

O seu mandato é de três anos a partir da Assembleia Geral em que foram eleitos.

Artigo 21º

Incumbe à Direcção:

1º Representar o Grupo em todos os seus actos;

2º Cumprir e fazer cumprir os Estatutos, Regulamentos e deliberações da Assembleia Geral;

3º Admitir sócios efectivos e propor à assembleia Geral a eleição de sócios honorários;

4º Decidir da exclusão dos sócios a que se refere o artigo 9º;

5° Organizar as reuniões, conferências e demais actividades científicas e técnicas previstas nestes Estatutos;

6° Propor à Assembleia Geral, quando entender conveniente, a criação de delegações ou representantes nos termos do Artigo 4º;

7° Apresentar, anualmente, à apreciação da Assembleia Geral o relatório no qual se dê conta da actividade científica e técnica e das contas da Gerência;

8° De um modo geral, tomar as iniciativas tendentes ao cumprimento dos objectivos do Grupo;

9º Assegurar o funcionamento dos serviços necessários ao GPBE, por si ou através de outra entidade.

Artigo 22°

Para obrigar o GPBE no que se refere a movimentos financeiros são necessárias as assinaturas do Tesoureiro e do Presidente ou um dos Vice-Presidentes da Direcção.

CAPITULO VI

CONSELHO FISCAL

Artigo 23°

O Conselho Fiscal é constituído por um Presidente e dois vogais com a função, respectivamente, de Secretário e Relator, eleitos, entre os sócios efectivos, pela Assembleia Geral, por um período de três anos.

Artigo 24°

Compete ao Conselho Fiscal:

1° Examinar todas as contas e os relatórios da Direcção, dando os respectivos pareceres por escrito, que serão apresentados na Assembleia Geral;

2° Examinar sempre que o julgue conveniente toda a escrita do Grupo;

3° Assistir, no todo ou em parte, às reuniões da Direcção, sempre que o julgue conveniente ou quando for para isso convidado.


CAPÍTULO VII

FUNDOS SOCIAIS


Artigo 25º

Constituem receita do grupo:

a) As quotas;

b) Os donativos eventuais;

c) Os subsídios de quaisquer entidades;

d) A venda de publicações;

e) Inscrições e patrocínios associados à realização de reuniões promovidas pelo GPBE;

f) Gestão do seu património.

CAPÍTULO VIII

DISSOLUÇÃO

 

ARTIGO 26°

O Grupo dissolver-se-à se a Assembleia Geral, convocada expressamente para esse fim e mediante o voto de três quartos dos sócios efectivos, reconhecer a impossibi

lidade de se realizarem os fins para que a associação foi criada.

§ ÚNICO - No caso de dissolução, os bens do Grupo terão o destino que for resolvido em Assembleia Geral.

 


Estatutos aprovados em Assembleia Geral de 20/6/97

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Medalha GPBE

O Grupo Português de Betão Estrutural atribui, por ocasião dos Encontros Nacionais Betão Estrutural realizados bienalmente, a Medalha de Mérito GPBE para distinguir o contributo excecional para o desenvolvimento do Betão Estrutural e para o GPBE.

 

Ano

Medalhado

2016
Eng. José Manuel Catarino
2014
Prof. João Almeida
2012
Eng. Eduardo Cansado Carvalho
2010
Eng. Armando Rito
2008
 Prof. Joaquim Azevedo Figueiras
2006
Prof. Júlio António da Silva Appleton
2004
Eng. José Luis Faria Câncio Martins
2002
Eng. Victor Manuel Anastácio Monteiro
2000
Prof. Joaquim Augusto Ribeiro Sarmento

Orgãos Diretivos

Direção

Presidente

Manuel Pipa
Investigador Principal, Chefe do Núcleo de Observação de Estruturas do LNEC
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Vice Presidente

Eduardo Júlio
Professor Catedrático, Instituto Superior Técnico
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VicePresidente

Rui Faria
Professor Catedrático, FEUP
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Tesoureiro

Válter Guia Lúcio
Professor Associado, Universidade Nova de Lisboa
Sócio-gerente da Versor Lda
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Vogal

Ângela Serra Nunes
Directora da Secil, S.A.
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Vogal

Joaquim O. Barros
Professor Catedrático, Universidade do Minho
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Secretário Técnico

João Ramôa Correia

Secretário Técnico
Professor Associado, Instituto Superior Técnico
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